Revista REP Educação e Terceiro Setor traz André Trigueiro na capa de abril e faz reforma editorial-gráfica

quinta-feira, 30 abril, 2009

Foi lançada nesta semana a revista REP Educação e Terceiro Setor. A capa da edição de abril traz o apresentador da GloboNews André Trigueiro. O jornalista, que é pós-graduado em Gestão Ambiental e professor da PUC-Rio, fala sobre o papel da educação na preservação do meio ambiente e aponta o que os gestores de unidades de ensino podem fazer para ser sustentáveis.

A REP é uma revista mensal com legislação e orientações para gestores e profissionais técnicos de escolas, universidades, centros de ensino e instituições do terceiro setor. Após passar por uma reforma editorial e gráfica, o periódico também traz artigos com colunistas convidados, reportagens e entrevistas. A REP está disponível via assinatura e o site da publicação é www.repweb.com.br.

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Manifestações contra os efeitos da crise

terça-feira, 31 março, 2009

Desde o dia 28 de março que cidadãos, entidades sociais e sindicatos europeus organizam manifestações contra os efeitos da crise financeira no mundo. Com slogans como “Não vamos pagar a vossa crise”, “Put people first” (Coloquem as pessoas em primeiro lugar, em tradução livre), os manifestantes esperam chamar a atenção dos líderes no encontro do G-20 que ocorrerá em Londres no dia 02 de abril, mantendo as manifestações por todo o período.

Em cidades como Londres, Lisboa, Paris e Berlin, as pessoas foram às ruas pacificamente mostrar sua força enquanto maiores prejudicados com a crise, reivindicando soluções mais humanas e de respeito à natureza, indo de encontro às soluções antissociais que os países estão tomando para resolver a crise.

“O G20 e os governos já mostraram que só estão interessados em salvar o sistema, manter os privilégios de uma minoria e socializar os prejuízos gerados pela crie. Face a isso, é preciso uma grande mudança no sistema e exigimos a aplicação imediata das seguintes medidas: abolição dos paraísos fiscais, novas taxas, particularmente sobre transacções financeiras, limitação de salários milionários e a construção de um sistema bancário e financeiro público”, diz Aurélie Trouvé, presidente da ATTAC França.

São essas e outras mudanças que as manifestações populares programadas e realizadas na Europa cobram dos lideres mundiais. Não discordo das palavras ditas pelo presidente Lula quando ele afirmou recentemente “que a crise foi provocada por brancos de olhos azuis”, por uma minoria rica e privilegiada pelo sistema capitalista e que, apesar da crise, continua sendo favorecida pelos governos para salvar um sistema financeiro que não produz e demitindo milhares e milhares de pessoas em todo o mundo, sendo esses últimos os que, realmente, pagam a conta. Contudo, esses mesmos brancos de olhos azuis, não ricos e vítimas das demissões em massa que estão ocorrendo, principalmente na Europa e nos EUA, estão se organizando socialmente para exigir mudanças no sistema – ou mesmo, um novo sistema – para que ele passe a favorecer também aos pobres, trabalhadores e àqueles que não recebem comissões milionárias de grandes empresas.

Esse ponto de vista, a mídia brasileira não divulga. Acessar os principais portais de notícias na categoria “Mundo” ou “Economia” hoje para pegar referências é ler manchetes como “Ministra britânica se arrepende de usar dinheiro público para pagar pornô” e nenhuma referência a essas ações sociais que reivindicam os direitos de trabalhadores do mundo inteiro.

Curioso é saber que o movimento foi discutido no Fórum Social Mundial, ocorrido em Belém/PA em janeiro deste ano, resultando num dia de ação global em resposta a crise financeira e suas consequências para o povo. E esse dia foi o dia 28 de março de 2009. Todavia, eu estava preocupada em apagar as luzes das 20h30 às 21h30 num gesto simbólico contra o aquecimento global que ninguém viu e esqueci-me de sair às ruas para pedir atenção a uma maioria que, diante da crise que avança, é uma minoria desprovida de voz e direitos.

É uma pena que não consigamos nos unir, como lá, para exigir as mudanças necessárias. Porque esse modelo financeiro-capitalista, que agride brancos, negros, vermelhos, amarelos, mestiços, todos não ricos, e a natureza com sua poluição e destruição em massa já morreu e, aposto que, o único ser que a história conhece capaz de ressuscitar mortos não estaria ao lado de quem provocou a crise.

Não podemos pagar essa conta.

Mais detalhes: BBC Brasil


Água virtual

quarta-feira, 25 março, 2009

Aproveitando que dia 22 de março foi o dia escolhido anualmente para a discussão de temas sobre a água, pergunto a vocês: sabem quanto de água consumimos diariamente? Não estou falando da água usada para matar a sede, tomar banho, lavar roupas ou cozinhar, porém, da água que consumimos a partir de outros produtos: a água virtual.

Água virtual é a quantidade de água consumida para se produzir um bem ou serviço. É a água que você não vê, é aquela que foi gasta durante os processos da cadeia produtiva, da produção de matéria-prima até o consumo final.

No portal on line da revista alemã Focus (www.focus.de) foi divulgado um estudo realizado pelo holandês Arjen Hoekstra, disponibilizado no site “Water Footprint Network”, da Universidade de Twente. Esse estudo é uma representação de quantos litros de água são necessários para produzir bens, que, no caso desta reportagem, são alimentos.

Adiante, alguns dados sobre a utilização da água em alimentos que costumamos consumir diariamente. Lembrando que são considerados os gastos tanto com água na irrigação de pastos para a produção de alimentos para os animais que darão origem à carne e couro, quanto a quantidade de água gasta na irrigação na plantação de maçã, café, uva etc.

Alguns dos exemplos apresentados na reportagem:

  • Para cada quilo de queijo que se consome no café da manhã e lanches, são gastos 5.000 litros de água virtual. Pois, para cada quilo de queijo são necessários 10 litros de leite. Para a produção desse leite são consumidos 100.000 litros de água. A água é um dos alimentos das vacas leiteiras.
  • Uma maçã consome 70 litros de água virtual.
  • Um quilo de coco consome 2.500 litros.
  • A carne bovina consome 15.500 litros por quilo. Esse número é alto porque a quantidade de alimento (capim e/ou ração) que um rebanho consome não é proporcional ao seu ganho de peso. É sempre maior.
  • Para fabricar uma camisa de algodão são consumidos 2.700 litros de água.
  • O couro bovino precisa de 16.600 litros de água por quilo produzido. O volume pode ser maior ou menor, depende de qual animal o couro é extraído.
  • São utilizados, numa xícara de café, 140 litros de água. São necessários 21.000 litros para um quilo de café torrado. O chá é mais econômico, sendo necessário apenas 30 litros de água.
  • A cevada, grão utilizado na fabricação de cerveja e alguns remédios, consome 1.300 litros de água por quilo produzido. A produção mundial de cevada consome 190 bilhões de metros cúbicos de água por ano.
  • A produção de milho consome 900 litros por quilo. Países que importam milho também estão importando a água virtual.

Fez as contas? Agora vamos tentar imaginar como é possível reduzir o consumo de água nesses processos. Não possuímos todas as respostas, mas podemos evitar, por exemplo, o desperdício, reutilizar produtos, evitar outros e assim por diante.


Algumas mudanças no Blog

quinta-feira, 19 março, 2009

Agora vocês podem contar com mais consultores disponíveis no blog para responder dúvidas e comentários. Os consultores possuirão perfis profissionais na página “Consultores Associados”.

Os consultores associados publicarão textos com assuntos referentes às suas áreas de atuação e estarão disponíveis para contatos profissionais na página “Contatos”, divididos por área. Pedimos que verifiquem a autoria do texto para que saibam a quem pedir as informações, assim, a mensagem chegará corretamente e o pedido será atendido com maior eficácia.

Tudo isso para podermos atender todas as demandas que chegam até o blog da melhor forma possível.

No momento, dispomos de consultores na área de Comunicação Social, Assessoria Jurídica para o Terceiro Setor e Consultoria em Administração e Capacitação Profissional. Além de mim, Evelyne Leandro, com as áreas Terceiro Setor e Responsabilidade Social Empresarial.

Aos poucos, iremos aperfeiçoando nossas ferramentas de contato e estabelecendo mais e mais parcerias para ampliação de discussões sobre o Terceiro Setor e Responsabilidade Social, temas principais desse blog, além de contatos profissionais.

Esperamos que aprovem as mudanças.

Evelyne Leandro e Consultores Associados


ONU: Planos de países pobres “esquecem” igualdade

terça-feira, 18 novembro, 2008

Os planos dos países de renda baixa ou média para combater a pobreza priorizam o crescimento econômico e a criação de empregos, mas raramente explicitam estratégias para que esses processos beneficiem mais os pobres. Essa é a conclusão de um estudo que analisou o texto-base de programas de 22 nações em desenvolvimento, todos eles preparados após o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM, uma série de metas socioeconômicas que os países da ONU se comprometeram a atingir até 2015).

O texto, intitulado “Os ODM são prioridade em estratégias de desenvolvimento e programas de ajuda? Apenas alguns são!”, analisou planos de 14 países africanos, dois da América Latina e Caribe, dois asiáticos, um árabe e dois ex-comunistas.

“Todos os Documentos de Estratégia de Redução da Pobreza enfatizam o crescimento econômico como o principal meio de alcançar o objetivo geral de reduzir a pobreza, mas nem todos especificam políticas de crescimento que favoreçam os pobres”, afirma a autora do estudo, Sakiko Fukuda-Parr, professora de Relações Internacionais da New School University, em texto publicado pelo Centro Internacional de Pobreza, uma instituição de pesquisa do PNUD em parceria com o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

“Embora quase todos os Documentos vejam tanto a pobreza quanto o crescimento como prioridades, a maioria não apresenta estratégias para aumentar a produtividade e o emprego, nem para gerar crescimento de uma maneira que assegure que os benefícios sejam mais amplamente distribuídos”, escreve a economista.

O problema desse enfoque, indica Fukuda-Parr, é que parte do pressuposto de que a expansão econômica se refletiria sempre em redução da pobreza. Tal concepção tem raízes em teorias da década de 80 e ignoram as pesquisas mais recentes na área, segundo as quais a pobreza “é mais do que falta de renda; é uma privação multidimensional nas vidas humanas e suas causas repousam não apenas na falta de crescimento, mas na falta de participação, nas vulnerabilidades a choques e em obstáculos a oportunidades”, diz a autora. “O impacto do crescimento da redução da pobreza não é de modo algum automático”, destaca ela, que acrescenta que o crescimento do PIB pode levar apenas a mais aumento de renda da parcela mais rica, e não da mais pobre.

Os planos mostram concepção também em outras áreas, como ao dar ênfase ao emprego, mas não ao trabalho decente – como se o aumento no número de postos de trabalho, por si só, pudesse automaticamente ajudar na redução da pobreza. Dos 22 programas analisados, 21 tomam a criação de empregos como prioridade, mas apenas sete colocam em destaque a geração de trabalho decente e nenhum estipula metas nessa área.

Concepção semelhante aparece em alguns dos 20 planos de países ricos voltados ao mundo em desenvolvimento examinados no estudo. “Há uma forte ênfase no crescimento como o principal meio de reduzir a pobreza. Não é dada muita atenção ao impacto das escolhas da política econômica na distribuição dos benefícios, na criação de empregos e em outros temas pró-pobres”, afirma Fukuda-Parr.

A autora identifica, nesses enfoques, uma pouca atenção às desigualdades. Todos os planos consideram a escola primária uma prioridade, mas só em 17 a igualdade de homens e mulheres no acesso à educação tem o mesmo status. Quase todos os programas (21) colocam a saúde em destaque, mas a ampliação do acesso à saúde e aos medicamentos é sublinhada em apenas nove. Também 21 vêem o respeito à lei como prioridade, mas o direito das minorias é destacado em apenas quatro.

“Poucos Documentos de Estratégia de Redução da Pobreza mencionam a igualdade como um objetivo ou uma preocupação política”, observa a autora. “Essa interpretação dos ODM está longe das metas originais de transformar a globalização em algo mais inclusivo e de implementar princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas”, afirma.

Terra Magazine

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3322546-EI6580,00-ONU+Planos+de+paises+pobres+esquecem+igualdade.html


Workshop de Responsabilidade Social

quinta-feira, 30 outubro, 2008

I WORKSHOP de RESPONSABILIDADE SOCIAL – Como implementar em uma empresa
em São Paulo

Muito se fala em Responsabilidade Social. Pouco se sabe como se pratica. Nesse curso, a DEARO, em parceria com a consultora Evelyne Leandro, aborda a prática da Responsabilidade Social de forma criativa, objetiva e atual. Os participantes estarão aptos ao final do curso a desenvolverem uma estratégia de ação de responsabilidade social para sua organização.

PROGRAMAÇÃO
– O conceito de Responsabilidade Social
• Histórico de RSE
• Princípios de RSE
• A importância dos stakeholders

– Idéias e Projetos de Responsabilidade Social
• Primeiros passos
• Pequenas e grandes ações
• Desafios

– Como utilizar INDICADORES;
– Como montar relatórios de sustentabilidade;
– Como montar balanços sociais.

– Sustentabilidade X Lucratividade
• O que sua empresa ganha com isso

– Cases importantes.

LOCAL
Faculdade Campos Elíseos –
Rua Vitorino Camilo, 644 – Campos Elíseos – São Paulo – SP. Próximo à estação do metrô Marechal Deodoro.

DATA
Terça-feira, dia 18 de novembro de 2008 das 9h às 17h.

INVESTIMENTO
– 3 parcelas de R$ 150,00 ou R$ 390,00 à vista.

– Desconto especial para ex-alunos, grupos da mesma ONG. Estão inclusos: lanche da manhã, lanche da tarde, material didático apostilado e certificado.

MINISTRANTE
Evelyne Leandro
– Administradora, pós-graduada em Marketing. Consultora especializada em Responsabilidade Social e Terceiro Setor. Desenvolve projetos de implantação do conceito de RSE e de iniciativa social privada. Atua na capacitação, sensibilização e mobilização de empresas e ONGs sobre desenvolvimento e gestão sustentável, destacando sua participação como consultora contratada dos projetos do Instituto Akatu abordando o consumo consciente. Tem artigos publicados em alguns veículos de comunicação, como a Revista Eletrônica de Responsabilidade Social e Mapa do Terceiro Setor.
Início: 18/11/2008
Término: 18/11/2008
Horário: Presencial – Dia 18 de novembro de 2008 das 9h às 17h
Cidade: São Paulo SP

Mais informações no site: http://www.ddearo.com.br


O capitalismo e a sustentabilidade

segunda-feira, 13 outubro, 2008

Capitalismo: sistema econômico, social e político que se baseia nas propriedades privadas e seus meios de produção. Onde a produção, a concorrência e a distribuição da riqueza são decididas livremente pelo mercado, tendo os preços das mercadorias definidos pela lei da oferta e procura.

Visto dessa maneira, parece ser um sistema simples de ser entendido e eficaz na sua aplicação. De certa forma, é. Contudo, quando cidadãos são livres para empreender, muitas vezes, opera-se a lei do mais forte e do mais rico. Para movimentar recursos, produzir e lucrar mais, acumulando mais e mais capital, as empresas e Estados buscam mecanismos frequentemente questionáveis.

O reflexo de toda essa ação gera um efeito, o predatório. Consumir e destruir recursos naturais em busca do crescimento e do lucro virou pré-requisito fundamental para que esse sistema continue em expansão. Marx e Engels já discutiam os ciclos econômicos do capital na perspectiva de bens de produção e de consumo e, baseando-se neles, o capitalismo destrói para voltar a se impulsionar. As guerras e as crises provocadas servem para alavancar o consumo, a mola propulsora do capitalismo.

Porém, o capitalismo evolui como tudo mais. A fase do capitalismo financeiro, junção do capital industrial com o bancário, transforma a realidade numa realidade relativa, pois nem todo valor gerado é real. A especulação, conseqüência da crise financeira atual, provoca maior exploração dos bens naturais de países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos (por causa de custos menores de produção, como mão-de-obra) para gerar a mais-valia que o sistema bancário não é capaz de gerar, porque ele não produz.

Nesse panorama, existem, pelo menos, três fatos que podem ser destacados diante da crise atual provocada pelos altos índices de consumo e a grande especulação realizada pelos bancos, analisados a seguir:

O primeiro fato: nos últimos 20 dias, o mercado financeiro acumulou perdas de mais de um trilhão de dólares. Os bancos venderam créditos e o consumo foi baseado em empréstimos e não em valor gerado através de aumentos de salários, por exemplo. Como esses créditos foram revertidos em consumo e não em produção, o capitalismo chegou a um limite, ocasionando prejuízos seqüenciais.

O segundo fato: nesses mesmos 20 dias e nos próximos, as grandes potências mundiais disponibilizarão quase dois trilhões de dólares para salvar bancos que estão quebrando devido aos créditos não pagos. Só os EUA, a Alemanha e a França lançaram pacotes econômicos de US$ 1,8 trilhão, aproximadamente. Esses pacotes servirão para acalmar o mercado financeiro, salvar bancos da quebra e evitar que isso atinja outros países.

O terceiro fato e o que quase ninguém discutiu: a organização internacional Global Footprint Network informou que o mundo consumiu, desde o dia 1º. de janeiro até o dia 23 de setembro de 2008, todos os recursos que a natureza seria capaz de produzir em um ano. O dia 23 de setembro, então, ficou conhecido como Global Overshoot Day (o dia da ultrapassagem do limite global). Isso quer dizer que, do dia 24 de setembro até 31de dezembro, o mundo viverá do cheque especial da Terra, excedendo o limite de renovação que o planeta é capaz de atender.

O que esses três fatos têm em comum? Simples. Ao passo que os EUA e outros países vivem da especulação do mercado financeiro e seus bancos comentem erros deixando que a crise chegue a um ponto que os governos são obrigados a intervir, o capitalismo financeiro exerce, cada vez mais, uma influência negativa sobre os recursos da Terra.

Como o capitalismo é baseado na produção e no consumo, e desde agora não há mais tantos recursos disponíveis para serem utilizados como matéria-prima, haverá um colapso na produção. Sem dinheiro e sem produtos, os capitalistas serão obrigados a reverem conceitos, a pensar de forma criativa, como apregoa o segundo homem mais rico do mundo, Bill Gates.

O que isso significa? Pensar de forma sustentável. Incluir no consumo (que faz a máquina girar) pessoas que não faziam parte desse sistema, a chamada Base da Pirâmide. Oferecendo maneiras de que ela possa gerar capital, atuando conforme sugere o tripé da sustentabilidade: com visão econômica, social e ambiental integradas.

Transformar o conceito de sustentabilidade no ativo das empresas e governos possibilitará que o sistema funcione de forma mais justa, deixando de punir a natureza e os países mais pobres como se fossem algo a serem evitados e ou até eliminados.

Se houvesse uma ação conjunta dos países mais ricos do mundo para ações sustentáveis, o que não seria capaz de acontecer? Ou será que você não pensou no que quase dois trilhões de dólares disponibilizados pelas potências mundiais para salvar bancos especuladores seria capaz de fazer para combater a pobreza e as desigualdades do mundo? Pense nisso.