Comunicado

quarta-feira, 23 abril, 2008

Informo que a partir do dia 30 de abril até o dia 05 de junho estarei na Alemanha.

As publicações continuarão. Contudo, apenas os comentários e e-mails que exigem informações importantes e urgentes serão respondidos.

Os contatos profissionais serão suspensos até o meu retorno para que eu possa atendê-los com a qualidade devida.

Quem deseja publicar algum artigo, tem a liberdade de fazê-lo. Solicito, apenas, que não deixem de divulgar a fonte.

Conto com a compreensão de todos aqueles que vêm acompanhando meu trabalho e os novos que aqui chegam.

Obrigada!

Evelyne Leandro

evelyne.leandro@gmail.com


Procura-se espaço de crescimento

segunda-feira, 21 abril, 2008

(Repassando)

A Futuro Verde – Associação em Defesa do Meio Ambiente é uma instituição sem fins lucrativos, que pensa o homem como um ecossistema a ser preservado. Neste sentido trabalha com impessoalidade, moralidade, e solidariedade na defesa de diferentes alternativas para o desenvolvimento humano sustentável a partir de projetos, ações de preservação e educação ambiental.

Nesse momento estamos buscando parcerias com o fito de conseguir sede física onde teremos condições de trabalhar com comunidades dando-lhes consciência ambiental para conviver com o meio ambiente, construindo alternativa de vida cidadã com indivíduos que vivem à margem da sociedade.

Se você é um cidadão/empresa simpatizante de nossos ideais e acredita que, educando cidadãos é possível transformar o planeta num habitat saudável, alie-se a nós. Precisamos conseguir a doação de:

  • Casa grande com área ou
  • Galpão com área ou
  • Espaço em universidade na cidade de Salvador – Ba.

Contato:

futuroverde.ong@gmail.com

ou pelos telefones:

(71)3362-6863
(71) 8816-95129


Indicadores de Desempenho

segunda-feira, 14 abril, 2008

Os indicadores são itens essenciais para qualquer projeto social, pois é com eles que se avalia o desempenho das atividades propostas no projeto. Indicadores podem ser índices, métricas, pesquisas qualitativas e quantitativas que sejam capazes de indicar os resultados obtidos através do desenvolvimento das ações e alcance das metas e objetivos estabelecidos. Ou seja, apresentam-se como uma variável capaz de expressar algo que interessa ao projeto.

Por exemplo:

Num projeto de educação infantil, um indicador possível de ser utilizado é o nível de aproveitamento das aulas.

A partir de que dados se que consegue essa informação?

  • Número de faltas;
  • Desempenho (notas) nos trabalhos escolares;
  • Feedback da turma.

Dentre os dados oferecidos, há dois tipos: um quantitativo e outro qualitativo. Os indicadores quantitativos (número de faltas e notas escolares) são aqueles obtidos através de números e dados exatos que são conseguidos através de mensuração, tabulação de relatórios e outras ferramentas. Como exemplo da lista de presença da turma, em que serão tabulados os números de faltas de cada aluno no final de um período.

Os indicadores qualitativos são aqueles mais subjetivos, que partem da observação do avaliador ou coordenador do projeto e não existem métricas exatas para medi-los, mas há metodologias. Para a aplicação de métodos qualitativos num projeto social podem ser utilizadas pesquisas (de satisfação, de qualidade, de mercado), entrevistas estruturas ou não estruturadas (com ou sem questionário) e observação direta, além de muitas outras metodologias.

Dessa forma, o coordenador do projeto obtém informações que serão utilizadas na composição dos indicadores. Como no exemplo dado, esse feedback pode ser obtido através de uma simples entrevista não estruturada, onde será perguntado aos alunos o que achou das aulas e dos conteúdos apresentados.

Essas informações servirão, então, para compor os indicadores de um projeto, que serão apresentados à equipe, parceiros e financiadores em forma de relatórios.

Os indicadores, porém, não servem apenas para serem apresentados para os envolvidos, mas também para analisar determinada situação, identificar problemas, ser fator de avaliação e monitoramento do projeto, além de auxiliar na tomada de decisões. Se a turma não aproveitou as aulas, deve-se procurar identificar as falhas no processo, para que os indicadores fiquem positivos e o projeto alcance o sucesso desejado.


Internet brasileira ganha site inédito de busca por pontos de coleta seletiva e reciclagem

quinta-feira, 10 abril, 2008

Ferramenta online Rota da Reciclagem (www.rotadareciclagem.com.br), criada pela Tetra Pak com suporte do Google Maps, aponta cooperativas, pontos de entrega voluntária e comércios ligados à cadeia de reciclagem em todo o Brasil

São Paulo, março de 2008 Em uma iniciativa inédita para a Internet brasileira, a Tetra Pak disponibiliza o primeiro buscador específico de pontos de coleta seletiva e reciclagem de embalagens longa vida (caixas de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos). O novo buscador, denominado Rota da Reciclagem, conta com a tecnologia do Google Maps para apontar a localização e o contato de cooperativas, pontos de entrega voluntária de materiais recicláveis e comércios ligados à cadeia de reciclagem de embalagens da Tetra Pak pós-consumo em todo o território nacional.

Mais informações AQUI


Mitos entre ONGs e Empresas

segunda-feira, 7 abril, 2008

É interessante notar a quantidade de mitos e preconceitos que existem entre o setor privado e o setor social. Cada um tem uma caricatura desenhada do outro em suas mentes e culturas. O setor privado acha que o setor social é repleto de pessoas que andam de havaianas e bermuda, cheios de idealismos surreais e nenhum profissionalismo. O setor social enxerga os empresários e diretores de grandes empresas como “almofadinhas” engravatados que ficam atrás de suas mesas, dando ordens e pensando na próxima viagem que farão para a Europa.

Esses estereótipos podem até existir, mas nem por isso servem para generalização. Existem engravatados em ONG’s, assim como existem diretores de bermuda e havaianas nos escritórios.

Tanto o setor privado quanto o setor social tem sofrido mudanças significativas. As empresas começam a se preocupar com a sustentabilidade e as ONG’s começam a se preocupar com a sua sustentabilidade. Porém, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Vejamos:

As empresas começam a se preocupar com a sustentabilidade da sociedade, com a responsabilidade social, com o desenvolvimento e financiamentos de projetos nessas áreas. Alguns podem agir por “modismo”, mas não é possível que todas as empresas ajam da mesma maneira. E, mesmo que ajam, a moda vai passar e só vão sobreviver aquelas realmente engajadas, porque a sociedade está mudando também.

As ONG’s, além de se preocuparem com o desenvolvimento sustentável, passam a se preocupar com a sua sobrevivência, com a sustentabilidade da sua estrutura. Dessa forma, começam, cada vez mais, a depender da visão social das empresas para financiamento dos seus projetos.

Todavia, algumas ONG’s não conseguem oferecer seus projetos para a apreciação de algumas empresas em função de uma resistência criada através desses estereótipos mal formulados. Então, muitas vezes, perdem ótimas oportunidades de parceria e SUSTENTABILIDADE. O mesmo acontece com empresas, que deixam de fechar parcerias para trabalhos sociais por não confiarem na capacidade de algumas ONG’s.

O mundo mudou, as necessidades são outras e a bandagem do preconceito deve cair. Eu não estou aqui para roubar seu dinheiro, as empresas não estão aqui só para enriquecerem os donos e você não está aqui para viver só de sonhos.

Os mitos, aos poucos, estão caindo. Ainda bem.